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Boas oportunidades no Centro-Oeste

         O aumento da necessidade de aplicações de defensivos nas lavouras de milho e a exigência crescente de qualidade nas culturas de sementes, tem aberto boas perspectivas para a aviação agrícola no Estado de Goiás. Conforme Rodolfo Carlos Martini David, da Aeroagrícola Santa Maria, da cidade de Formosa, o milho, este ano, precisa de uma segunda aplicação de defensivos. Situação na qual a qualidade do serviço feito por aeronaves faz toda a diferença para o produtor, devido, por exemplo, à maior precisão, que diminui a quantidade de defensivos, e o amassamento nulo, por não ter equipamento rodando nos canteiros.
           Fatores que também fazem a diferença no caso das sementeiras. “Como para prevenir o ataque do mofo branco, que fica no solo e é transmitido justamente pelas rodas de tratores que circulam pelas lavouras”, cita Rodolfo. “Hoje em dia, não se tolera mais sementes que falhem. E temos mostrado aos produtores que, para trabalhar com alta sanidade, o avião se enquadra perfeitamente à missão”, argumenta.



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